“Ninguém virá nos salvar, isso depende de nós, do que cada um faz em função do papel que tem na sociedade. Não é uma boa ideia nos desentendermos do que acontece em nossa cidade”, destacou o prefeito de Concordia.
Na tarde desta sexta-feira, o prefeito Francisco Azcué colocou em funcionamento a Mesa Local de Desenvolvimento Humano, um espaço de trabalho colaborativo que busca enfrentar de maneira integral alguns dos desafios mais urgentes que a cidade enfrenta: o abuso de menores, o consumo problemático de substâncias e a violência em suas diversas manifestações, entre outros.
Estes problemas não afetam apenas as famílias e jovens de Concordia, mas impactam o tecido social em seu conjunto, exigindo respostas articuladas e sustentadas ao longo do tempo.
O Pacto de Julio, assinado por numerosos representantes da comunidade, estabelece um compromisso claro com a reconstrução da confiança social e a promoção da convivência pacífica. Os 10 objetivos prioritários propostos no Pacto, como a recuperação da segurança, o compromisso com a educação e a construção de uma cultura de inclusão, são fundamentais para abordar os desafios atuais.
PROPÓSITO E OBJETIVOS
O propósito da Mesa Local de Desenvolvimento Humano é gerar um espaço de diálogo, coordenação e ação conjunta entre as instituições envolvidas, orientado a abordar problemáticas sociais, melhorar a qualidade de vida e promover o desenvolvimento humano na cidade.
Os objetivos são: desenhar estratégias integrais para a resolução de problemáticas sociais locais; otimizar recursos e serviços mediante a cooperação interinstitucional; impulsionar políticas públicas baseadas em necessidades territoriais; promover a participação ativa das instituições.
COMPROMISSO, TEMPO E ESFORÇO
Ao dirigir-se aos presentes, o prefeito Azcué lembrou que a Mesa Local de Desenvolvimento Humano “se enquadra no compromisso que assumimos com a assinatura do Pacto de Julio, onde estabelecemos trabalhar em alguns pontos que entendemos serem indispensáveis para o desenvolvimento de nossa cidade”, por isso agradeceu a resposta à convocatória, já que “isso fala do compromisso e do amor que temos por Concordia. Vale a pena dedicar nosso tempo e esforço”.
“Ninguém virá nos salvar, isso depende de nós, do que cada um faz em função do papel que tem na sociedade, desde uma instituição ou como morador. Não é uma boa ideia nos desentendermos do que acontece na sociedade, do que acontece em nossa cidade”.
COMISSÕES
Após explicar que, de agora em diante, a Mesa funcionará por meio da conformação de diversas comissões que tratarão de problemáticas específicas, Azcué destacou que cada situação “terá nome e sobrenome. Vamos poder debater, aportar ideias e projetar. Estou seguro de que alcançaremos eficiência no manejo de recursos através de ações conjuntas, de maneira articulada”.
Por fim, e após instruir os funcionários da Municipalidade de que cada caso ou tema que surja terá caráter de prioridade, Azcué destacou que “estamos construindo uma base muito sólida para a reconstrução de nossa cidade e de nossa sociedade. Estou seguro de que Deus nos acompanhará e que tiraremos o melhor de tudo isso”.
ENVOLVER-SE
Por sua vez, o Secretário de Desenvolvimento Humano, Sebastián Arístide, afirmou em primeiro lugar que “espero que hoje seja um antes e um depois no compromisso com a problemática social de Concordia. É uma grande oportunidade para nossa sociedade, porque nem a Municipalidade, nem a Província, nem a Nação podem sozinhas e, como moradores, não podemos deixar de nos envolver”.
“Estes espaços precisam ser defendidos e devem exceder a gestão; têm que ser a semente que transforme Concordia definitivamente”, acrescentando Arístide que, neste processo de montagem, o Projeto “Relevar” aportou informações fundamentais para “entender por onde passam os verdadeiros problemas que a cidade tem e, com esses dados, compreendemos que era preciso propor soluções integrais”.
Estiveram presentes a vice-prefeita Magdalena Reta de Urquiza; a deputada nacional Nancy Ballejos; os deputados provinciais Carola Laner e Marcelo López; funcionários municipais, provinciais e nacionais; vereadores; autoridades do Poder Judiciário; representantes de instituições intermediárias; das Forças de Segurança, Organizações Não Governamentais e da comunidade em geral.
Na tarde desta sexta-feira, o prefeito Francisco Azcué colocou em funcionamento a Mesa Local de Desenvolvimento Humano, um espaço de trabalho colaborativo que busca enfrentar de maneira integral alguns dos desafios mais urgentes que a cidade enfrenta: o abuso de menores, o consumo problemático de substâncias e a violência em suas diversas manifestações, entre outros.
Estes problemas não afetam apenas as famílias e jovens de Concordia, mas impactam o tecido social em seu conjunto, exigindo respostas articuladas e sustentadas ao longo do tempo.
O Pacto de Julio, assinado por numerosos representantes da comunidade, estabelece um compromisso claro com a reconstrução da confiança social e a promoção da convivência pacífica. Os 10 objetivos prioritários propostos no Pacto, como a recuperação da segurança, o compromisso com a educação e a construção de uma cultura de inclusão, são fundamentais para abordar os desafios atuais.
PROPÓSITO E OBJETIVOS
O propósito da Mesa Local de Desenvolvimento Humano é gerar um espaço de diálogo, coordenação e ação conjunta entre as instituições envolvidas, orientado a abordar problemáticas sociais, melhorar a qualidade de vida e promover o desenvolvimento humano na cidade.
Os objetivos são: desenhar estratégias integrais para a resolução de problemáticas sociais locais; otimizar recursos e serviços mediante a cooperação interinstitucional; impulsionar políticas públicas baseadas em necessidades territoriais; promover a participação ativa das instituições.
COMPROMISSO, TEMPO E ESFORÇO
Ao dirigir-se aos presentes, o prefeito Azcué lembrou que a Mesa Local de Desenvolvimento Humano “se enquadra no compromisso que assumimos com a assinatura do Pacto de Julio, onde estabelecemos trabalhar em alguns pontos que entendemos serem indispensáveis para o desenvolvimento de nossa cidade”, por isso agradeceu a resposta à convocatória, já que “isso fala do compromisso e do amor que temos por Concordia. Vale a pena dedicar nosso tempo e esforço”.
“Ninguém virá nos salvar, isso depende de nós, do que cada um faz em função do papel que tem na sociedade, desde uma instituição ou como morador. Não é uma boa ideia nos desentendermos do que acontece na sociedade, do que acontece em nossa cidade”.
COMISSÕES
Após explicar que, de agora em diante, a Mesa funcionará por meio da conformação de diversas comissões que tratarão de problemáticas específicas, Azcué destacou que cada situação “terá nome e sobrenome. Vamos poder debater, aportar ideias e projetar. Estou seguro de que alcançaremos eficiência no manejo de recursos através de ações conjuntas, de maneira articulada”.
Por fim, e após instruir os funcionários da Municipalidade de que cada caso ou tema que surja terá caráter de prioridade, Azcué destacou que “estamos construindo uma base muito sólida para a reconstrução de nossa cidade e de nossa sociedade. Estou seguro de que Deus nos acompanhará e que tiraremos o melhor de tudo isso”.
ENVOLVER-SE
Por sua vez, o Secretário de Desenvolvimento Humano, Sebastián Arístide, afirmou em primeiro lugar que “espero que hoje seja um antes e um depois no compromisso com a problemática social de Concordia. É uma grande oportunidade para nossa sociedade, porque nem a Municipalidade, nem a Província, nem a Nação podem sozinhas e, como moradores, não podemos deixar de nos envolver”.
“Estes espaços precisam ser defendidos e devem exceder a gestão; têm que ser a semente que transforme Concordia definitivamente”, acrescentando Arístide que, neste processo de montagem, o Projeto “Relevar” aportou informações fundamentais para “entender por onde passam os verdadeiros problemas que a cidade tem e, com esses dados, compreendemos que era preciso propor soluções integrais”.
Estiveram presentes a vice-prefeita Magdalena Reta de Urquiza; a deputada nacional Nancy Ballejos; os deputados provinciais Carola Laner e Marcelo López; funcionários municipais, provinciais e nacionais; vereadores; autoridades do Poder Judiciário; representantes de instituições intermediárias; das Forças de Segurança, Organizações Não Governamentais e da comunidade em geral.
