A causa judicial foi iniciada a partir de uma denúncia apresentada pela própria Municipalidade de Concordia, ao ter detectado que um grupo de sete trabalhadores havia apresentado diplomas de ensino médio apócrifos buscando seu reconhecimento e, portanto, o recebimento de somas de dinheiro a tal título.
A Justiça procedeu à imputação de um grupo de funcionários municipais que teriam apresentado diplomas de ensino médio falsos com o objetivo de receber um adicional salarial por formação acadêmica. A imputação foi determinada pela Promotoria de Concordia no âmbito da Investigação Penal Preparatória, e os agentes deverão apresentar-se para depor nos próximos dias.
Por tal motivo, a Administração Municipal determinou o início dos processos administrativos correspondentes aos agentes municipais envolvidos nesta manobra a fim de determinar as responsabilidades administrativas diante de tal manobra.
O caso originou-se a partir da detecção interna da irregularidade por parte da Direção de Recursos Humanos da Municipalidade, que deu aviso imediato às autoridades. Após a comprovação da possível falsificação documental, o município registrou a denúncia penal correspondente e abriu, simultaneamente, os processos administrativos a fim de aplicar as medidas disciplinares que correspondam.
“Quero ser absolutamente claro: em nossa gestão não vamos tolerar a desonestidade e as espertezas. Estamos comprometidos com a transparência e, como servidores públicos, devemos dar o exemplo na maneira como atuamos”, expressou o prefeito Francisco Azcué. Da mesma forma, destacou o papel do pessoal que se esforça e se capacita todos os dias para prestar serviços de qualidade aos moradores.
A Municipalidade de Concordia reitera sua política de transparência, de controle permanente e de firmeza diante de qualquer irregularidade, reafirmando que o serviço público deve ser regido pela honestidade e pelo respeito aos contribuintes.
A Justiça procedeu à imputação de um grupo de funcionários municipais que teriam apresentado diplomas de ensino médio falsos com o objetivo de receber um adicional salarial por formação acadêmica. A imputação foi determinada pela Promotoria de Concordia no âmbito da Investigação Penal Preparatória, e os agentes deverão apresentar-se para depor nos próximos dias.
Por tal motivo, a Administração Municipal determinou o início dos processos administrativos correspondentes aos agentes municipais envolvidos nesta manobra a fim de determinar as responsabilidades administrativas diante de tal manobra.
O caso originou-se a partir da detecção interna da irregularidade por parte da Direção de Recursos Humanos da Municipalidade, que deu aviso imediato às autoridades. Após a comprovação da possível falsificação documental, o município registrou a denúncia penal correspondente e abriu, simultaneamente, os processos administrativos a fim de aplicar as medidas disciplinares que correspondam.
“Quero ser absolutamente claro: em nossa gestão não vamos tolerar a desonestidade e as espertezas. Estamos comprometidos com a transparência e, como servidores públicos, devemos dar o exemplo na maneira como atuamos”, expressou o prefeito Francisco Azcué. Da mesma forma, destacou o papel do pessoal que se esforça e se capacita todos os dias para prestar serviços de qualidade aos moradores.
A Municipalidade de Concordia reitera sua política de transparência, de controle permanente e de firmeza diante de qualquer irregularidade, reafirmando que o serviço público deve ser regido pela honestidade e pelo respeito aos contribuintes.
