
Durante a manhã desta segunda-feira, o prefeito Francisco Azcué percorreu as novas unidades habitacionais que estão próximas de serem entregues no bairro Agua Patito. A iniciativa se enquadra no Projeto “Revitalização da Zona Noroeste”, realizado pelo Instituto de Viviendas y Tierras Autárquico Municipal (INVyTAM).
Com o andamento do projeto, busca-se resolver o acesso à cidade de famílias localizadas em espaços com riscos edilícios, ambientais e impossíveis de formalizar.
A ação promove a integração socio-urbana da zona noroeste da cidade. Compreende o desenvolvimento, melhoramento e designação de unidades funcionais para famílias em situação de emergência habitacional, assentadas em terrenos informais e inundáveis.
Para tal fim, contempla-se um trabalho sobre variáveis educativas, sanitárias, ambientais, culturais e econômicas que implicarão decididamente a interação coordenada e estratégica de diversas áreas do Município.
Referida interação é condição de possibilidade para consolidar o enraizamento das famílias no setor e garantir o desenvolvimento geral da referida zona urbana.
PROCESSO
Após sua visita, Azcué indicou que nesta primeira etapa foram construídas 9 moradias que marcam o início de um processo que tem como objetivo a realocação das famílias que se enquadram dentro dos estudos realizados anteriormente à seleção.
O prefeito pontuou que no bairro Agua Patito “havia um projeto de moradias que fracassou, já que gestões anteriores nunca as fizeram, mas nós, com recursos municipais, começamos a construir de novo neste setor da cidade”.
Azcué destacou que a chegada das famílias às suas casas é o passo final de um trabalho realizado previamente: “não é somente que trazemos a família e a deixamos aqui vivendo. Durante todo o ano se trabalhou em um processo de enraizamento, onde conseguimos vagas escolares para as crianças, as famílias vieram conhecer suas casas, os prontuários médicos já foram trazidos aqui para os Centros de Saúde mais próximos”, entre outras ações.
Quanto às unidades habitacionais em si, destacou a qualidade e os materiais usados: “Temos acompanhado permanentemente o processo de construção, gerando este modelo. Vamos continuar trabalhando e investindo recursos neste programa”, destacou Azcué.
INTEGRAR E REVITALIZAR
Por sua vez, Giuliano Rossi, presidente do Instituto de Viviendas y Tierras Autárquico Municipal (INVyTAM), especificou que o objetivo é avançar na integração socio-urbana, ou seja, “uma ideia de desenvolvimento do habitat, desdobrando múltiplas variáveis que se traduzem em atividades vinculadas ao esporte, ao ambiente, à cultura, ao social, à obra que contribuem para o bem-viver das famílias e para o desenvolvimento da comunidade”.
Estas 9 moradias abrigarão em poucos dias “famílias que estão em uma situação de emergência socioambiental, neste caso trata-se de famílias que sofrem com inundações. O que virá será avançar com famílias que estão em outras situações que nós chamamos de impossível formalização”, pontuou Rossi.
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
Manuela Pelizzari, diretora da Área Comunitária do INVyTAM, detalhou que os critérios de seleção dos nove grupos familiares estiveram relacionados principalmente ao fato de viverem em zona inundável, ao tempo de permanência nessas zonas, à constituição familiar, ao fato de terem situações de risco como deficiência, crianças menores de idade ou pessoas idosas, que não tenham sido beneficiários de nenhum outro programa previamente e que não tenham antecedentes criminais.
Por fim, Mauricio Perdomo, diretor de Obras e Projetos do INVyTAM, explicou que a escolha do bairro Agua Patito está relacionada à “presença de infraestrutura que tínhamos em processos anteriores, nos quais a construção de moradias ficou inconclusa”.
Com uma mudança de sistema, detalhou que “buscou-se gerar unidades habitacionais que contam com dois dormitórios, um banheiro, uma cozinha, divisórias de gesso acartonado e uma sala de jantar integrada”.
Com o andamento do projeto, busca-se resolver o acesso à cidade de famílias localizadas em espaços com riscos edilícios, ambientais e impossíveis de formalizar.
A ação promove a integração socio-urbana da zona noroeste da cidade. Compreende o desenvolvimento, melhoramento e designação de unidades funcionais para famílias em situação de emergência habitacional, assentadas em terrenos informais e inundáveis.
Para tal fim, contempla-se um trabalho sobre variáveis educativas, sanitárias, ambientais, culturais e econômicas que implicarão decididamente a interação coordenada e estratégica de diversas áreas do Município.
Referida interação é condição de possibilidade para consolidar o enraizamento das famílias no setor e garantir o desenvolvimento geral da referida zona urbana.
PROCESSO
Após sua visita, Azcué indicou que nesta primeira etapa foram construídas 9 moradias que marcam o início de um processo que tem como objetivo a realocação das famílias que se enquadram dentro dos estudos realizados anteriormente à seleção.
O prefeito pontuou que no bairro Agua Patito “havia um projeto de moradias que fracassou, já que gestões anteriores nunca as fizeram, mas nós, com recursos municipais, começamos a construir de novo neste setor da cidade”.
Azcué destacou que a chegada das famílias às suas casas é o passo final de um trabalho realizado previamente: “não é somente que trazemos a família e a deixamos aqui vivendo. Durante todo o ano se trabalhou em um processo de enraizamento, onde conseguimos vagas escolares para as crianças, as famílias vieram conhecer suas casas, os prontuários médicos já foram trazidos aqui para os Centros de Saúde mais próximos”, entre outras ações.
Quanto às unidades habitacionais em si, destacou a qualidade e os materiais usados: “Temos acompanhado permanentemente o processo de construção, gerando este modelo. Vamos continuar trabalhando e investindo recursos neste programa”, destacou Azcué.
INTEGRAR E REVITALIZAR
Por sua vez, Giuliano Rossi, presidente do Instituto de Viviendas y Tierras Autárquico Municipal (INVyTAM), especificou que o objetivo é avançar na integração socio-urbana, ou seja, “uma ideia de desenvolvimento do habitat, desdobrando múltiplas variáveis que se traduzem em atividades vinculadas ao esporte, ao ambiente, à cultura, ao social, à obra que contribuem para o bem-viver das famílias e para o desenvolvimento da comunidade”.
Estas 9 moradias abrigarão em poucos dias “famílias que estão em uma situação de emergência socioambiental, neste caso trata-se de famílias que sofrem com inundações. O que virá será avançar com famílias que estão em outras situações que nós chamamos de impossível formalização”, pontuou Rossi.
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
Manuela Pelizzari, diretora da Área Comunitária do INVyTAM, detalhou que os critérios de seleção dos nove grupos familiares estiveram relacionados principalmente ao fato de viverem em zona inundável, ao tempo de permanência nessas zonas, à constituição familiar, ao fato de terem situações de risco como deficiência, crianças menores de idade ou pessoas idosas, que não tenham sido beneficiários de nenhum outro programa previamente e que não tenham antecedentes criminais.
Por fim, Mauricio Perdomo, diretor de Obras e Projetos do INVyTAM, explicou que a escolha do bairro Agua Patito está relacionada à “presença de infraestrutura que tínhamos em processos anteriores, nos quais a construção de moradias ficou inconclusa”.
Com uma mudança de sistema, detalhou que “buscou-se gerar unidades habitacionais que contam com dois dormitórios, um banheiro, uma cozinha, divisórias de gesso acartonado e uma sala de jantar integrada”.
