
"Estamos ultimando detalhes nos centros de isolamento que a Prefeitura dispôs, prevenindo o trabalho diante do aumento no número de casos de coronavírus que está ocorrendo", disse o secretário de Saúde do governo local, Mauro García, que junto ao diretor de Saúde Primária Federico Laner, o Dr. Héctor Strasera, integrante do COES, e a Lic. Ana Paula Vila, diretora da Clínica del Deporte, mantiveram uma reunião de trabalho nas instalações das ruas Paraná e Hipólito Irigoyen, onde funciona um dos centros de isolamento determinados.
"A cidade tem se mantido em uma situação bastante estável, comparada com outras cidades da província, mas como sempre ressalta o prefeito Alfredo Francolini, Concordia não é uma ilha. Por isso, temos nos preparado para estar prontos para os distintos cenários que possam se apresentar", sustentou o Dr. García. Após indicar sua preocupação diante "da multiplicação de casos nos últimos dias", explicou que "nós vemos uma foto de dez dias atrás, que é o tempo que transcorre desde o contágio, em que se apresentam os primeiros sintomas e os casos são detectados com as análises correspondentes".
"Estes lugares estão preparados para conter todos os pacientes positivos que são assintomáticos ou oligossintomáticos, ou seja, de sintomas mínimos. A ideia é poder transferir para cá os pacientes que não requerem um controle médico permanente. São lugares secundários de isolamento. Hoje estamos vendo que a ocupação de leitos no Hospital está em aumento, isto afeta todo o sistema de saúde, também o atendimento do restante dos pacientes com outras patologias, por isso implementamos junto ao COES, entre o Município e o Governo Provincial, distintas ações para tentar frear o avanço da pandemia", sustentou o titular da pasta de Saúde do Município.
"As pessoas aqui vão estar isoladas, não vão receber visitas. Serão garantidas todas as condições para que possam realizar a quarentena durante os quinze dias ou o tempo que seja necessário. Esta é uma alternativa, que em caso de ser necessário ou quando as situações assim o determinarem, se possa transferir para cá alguns pacientes positivos em boas condições de saúde, o que ajudaria a diminuir ou controlar a internação nos hospitais. Desta forma, colabora-se com o sistema de saúde, consegue-se que a quarentena seja efetiva, e podemos cortar o nexo epidemiológico, que é o que buscamos com todas estas ações", explicou o profissional.
Por último, García reiterou a importância de "lavar as mãos, higienizar-se com álcool em gel ou sabão e água, usar máscara ou proteção facial caseira, manter o distanciamento social, e evitar sair de casa o máximo que puder. Todas medidas que já conhecemos, que são a principal forma de frear o coronavírus. Essa é a forma real de colaborar e apoiar as equipes de saúde", enfatizou.
"A cidade tem se mantido em uma situação bastante estável, comparada com outras cidades da província, mas como sempre ressalta o prefeito Alfredo Francolini, Concordia não é uma ilha. Por isso, temos nos preparado para estar prontos para os distintos cenários que possam se apresentar", sustentou o Dr. García. Após indicar sua preocupação diante "da multiplicação de casos nos últimos dias", explicou que "nós vemos uma foto de dez dias atrás, que é o tempo que transcorre desde o contágio, em que se apresentam os primeiros sintomas e os casos são detectados com as análises correspondentes".
"Estes lugares estão preparados para conter todos os pacientes positivos que são assintomáticos ou oligossintomáticos, ou seja, de sintomas mínimos. A ideia é poder transferir para cá os pacientes que não requerem um controle médico permanente. São lugares secundários de isolamento. Hoje estamos vendo que a ocupação de leitos no Hospital está em aumento, isto afeta todo o sistema de saúde, também o atendimento do restante dos pacientes com outras patologias, por isso implementamos junto ao COES, entre o Município e o Governo Provincial, distintas ações para tentar frear o avanço da pandemia", sustentou o titular da pasta de Saúde do Município.
"As pessoas aqui vão estar isoladas, não vão receber visitas. Serão garantidas todas as condições para que possam realizar a quarentena durante os quinze dias ou o tempo que seja necessário. Esta é uma alternativa, que em caso de ser necessário ou quando as situações assim o determinarem, se possa transferir para cá alguns pacientes positivos em boas condições de saúde, o que ajudaria a diminuir ou controlar a internação nos hospitais. Desta forma, colabora-se com o sistema de saúde, consegue-se que a quarentena seja efetiva, e podemos cortar o nexo epidemiológico, que é o que buscamos com todas estas ações", explicou o profissional.
Por último, García reiterou a importância de "lavar as mãos, higienizar-se com álcool em gel ou sabão e água, usar máscara ou proteção facial caseira, manter o distanciamento social, e evitar sair de casa o máximo que puder. Todas medidas que já conhecemos, que são a principal forma de frear o coronavírus. Essa é a forma real de colaborar e apoiar as equipes de saúde", enfatizou.
